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Amiga casada escritório

Bom dia.Essa relato aconteceu comigo a pouco mais de 1 ano atras.Trabalho em um escritorio onde tem 10 funcionarios sendo 3 mulheres todas casadas.Uma delas se chama Ana 24 anos.Embora tenha dois filhos ela ainda é muito gostosa.Eu sempre ficava hipnotizado pela sua boca,não tirava os olhos.Sempre rolava conversas sacanas aqui no escritorio, e embora ela dizia ser fiel ao marido sempre gostava de ouvir as sacanagens e piadinhas de duplo sentido.Certo dia deu de ficar eu e ela e mais a mulher do Depto Pèssoal.Como era final de mes a moça do Depto Pessoal naum saia da sala dela. Entaum começei a tc com a Ana pelo MSN , ate que aconversa foi pro lado da scanagem.Ela vestida de saia acima do joelho e blusa decotada dizia que estava muito carente fazia dias que naum transava com marido e que achava q ele tava traindo ela.Troquei a foto do meu msn por uma em que eu estava sem camisa.Ela disse que estava provocando ela e que eu tinha um corpo muito atraente.Disse que estava a disposição pra tirar a carencia dela .....achei q ela fosse fechar o msn e nunca mais conversar comigo.Entaum ela manda uma msn dizendo que era pra eu ir na sala do arquivo morto.Dois minutos depois me enchi de coragem e fui, quando cheguei la ela estava com uma cara de brava e disse que eu não deveria ter dito akilo pra ela.Quando fui pedir desculpas ela me lascou um beijo gostoso que na hora meu pau ficou duro.Ela logo pegou começou a abir o ziper e a dizer pra eu ficar quietinho se naum ela ia gritar e dizer q estava sendo assediada por mim. Ela ajoelhou e me chupou gostoso.Eu morrendo de medo e tesao nakela hora disse pra ela que akilo era loucura que iamos ser mandado embora.Ela disse que nessas horas uma mulher carente não pensa nas consequencias. Foi quando ela e continuava a me beijar de um jeito que nunca tinha sido beijado.Depois ela ficou de costas pra mim se apoiando nas estantes no meio das caixas de arquivo e disse que era pra aproveitar oque o marido não usava mais.Meti com gosto naquela bucetinha que tanto queria comer.ela rebolava e se contorcia tanto que parecia que fazia mas de anos que ela naum transava quando vi que ela ia gemer como doida fiz ela morder minha camiseta pra ninguem ouvir.vendo isso me deu mais tesao e disse que ia gozar ela falou pra eu gozar fora .....logo tirei meu cacete...ela deu mais algumas chupadas e me fez gozar dentro de uma caixa vazia, que logo depois jogamos fora.Ela saiu e foi direta para o banheiro e eu voltei pra minha sala, ainda tentando recuperar de tudo que aconteceu, quando ela manda outra msn dizendo q se eu naum contar pra mais ninguem talvez repetiria a dosse agora encima da minha mesa.

Mas essa é uma historia que contarei outra ocasião.

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Minha professora deliciosa

Oi amigos e amigas! Adorei ter descoberto este site, que na verdade é um veículo de comunicação que nos permite, com absoluto sigilo, compartilharmos nossos mais secretos e deliciosos momentos de prazer, que, certamente, todos nós temos, ou, pelo menos, deveríamos ter.

Tudo começou quando ainda estava em meu curso de direito, e tinha que escolher um orientador para o trabalho de conclusão de curso. Por ter relação direta com o tema que escolhi, procurei minha professora de direito processual civil, que vou chamar aqui de professora Luciana.

A professora Luciana era uma mulher loira, alta, absolutamente elegante, com 33 anos, um corpo bem delineado, sempre bem vestida, cheirosa, porém, muito séria com a turma, de modo que nunca tive qualquer aproximação maior com ela. Sabia apenas que era casada, e até onde podia perceber, parecia bem casada, fazendo o tipo de mulher bem resolvida, independente e segura de si.

Quando a convidei para ser minha orientadora, ela não demonstrou o menor interesse, e me disse que teria dificuldades de assumir o compromisso de orientação acadêmica comigo, pois o seu escritório estava com muito trabalho, e ela não tinha como dedicar mais tempo para assuntos da faculdade, que, a propósito, era apenas um hobbie para ela, visto que atuava como advogada num grande escritório junto com seu marido e outros advogados. Todavia, ela me disse que, se eu fosse sempre ao encontro dela para obter as orientações necessárias, seja no seu escritório ou onde ela pudesse me atender, ela aceitaria, mas deixando bem claro que não cederia qualquer tempo para me atender na faculdade como fazem normalmente os orientadores. Bem, aceitei.

As minhas primeiras visitas no seu escritório foram horríveis. Eu tinha que esperar horas até que pudesse me atender, e sempre me atendia no final do expediente com pressa. Confesso que cheguei a pensar em desistir e procurar outra orientadora. Porém, percebi que muito embora não tivesse tempo para me atender, ela era outra pessoa em seu escritório, muito mais descolada, acessível sorridente e simpática, muito diferente da professora Luciana que conheci na faculdade.

Com o tempo, as minhas visitas foram ficando mais descontraídas e mais freqüentes, até que em certo dia ela me convidou para auxiliá-la como estagiário. Teríamos mais tempo juntos e ela poderia dar mais atenção ao meu trabalho acadêmico, proposta que aceitei sem vacilar, até porque já via minha professora com outros olhos e estava seduzido pelo seu perfume e pelo seu jeito de ser.

Passei a ficar todas as tardes no escritório dela e de seu marido, e à medida que o tempo foi passando, fui ficando cada vez mais maluco por aquela mulher e, sempre que podia, procurava observar as curvas do seu corpo sob aquelas roupas elegantes que muito raramente mostravam alguma coisa, e, algumas vezes, tive a sensação de que ela percebia a forma como a olhava, mas nunca me deu a menor deixa para que pudesse me atrever a qualquer coisa.

Porém, como todos têm um dia daqueles que podemos chamar de inesquecíveis, o meu dia chegou. Ela tinha uma audiência em uma cidade próxima, a cerca de 180 quilômetros, e me pediu que fosse com ela. Saímos pouco depois das nove horas da manhã. A viagem estava tranqüila, e enquanto ela dirigia seu carro falávamos um pouco sobre meu trabalho acadêmico, um pouco sobre o trabalho do escritório, e um pouco sobre nós. Em certo ponto da viagem, fomos repentinamente fechados por um caminhão e ela teve que jogar o carro para fora da estrada, em um local onde havia com um desnível de aproximadamente um metro. Por sorte, ninguém ficou ferido, mas o caminhoneiro sequer parou, e ficamos ali à beira da estrada sem termos como trazer o carro na pista novamente.

Desci e retirei a professora Luciana de dentro do carro. Ela chorava muito e estava muito nervosa, então a abracei tentando acalmá-la. Subimos até o acostamento da rodovia para que pudéssemos pegar uma carona, tendo em vista que não tinha sinal de celular para que pudéssemos chamar o serviço de assistência da seguradora. Ficamos por uns quarenta minutos à beira da rodovia pedindo carona, e durante esse tempo eu a abraçava para poder acalmá-la. Confesso que de certa forma estava aproveitando da situação, pois estava adorando ficar ali com meus braços ao redor daquela mulher que ultimamente povoava meu pensamento e meu desejo.

Conseguimos uma carona, e chegamos quase em cima da hora para a audiência. Ainda muito nervosa, Luciana se arrumou rapidamente para entrar na sala de audiência e, retocando a maquiagem, me perguntou se estava bonita. Lhe respondi bem baixinho no seu ouvido que ela não estava bonita, ela era bonita, e que pra mim fazia muita diferença. Ela deu sorriu discretamente e entrou na sala de audiência.

Como não tínhamos carro para retornar, já que o dela havia sido rebocado pela seguradora, pegamos um ônibus no começo da noite. Ela já estava mais tranqüila, mas aproveitei a intimidade que ganhei naquele dia para me oferecer para acomodá-la sobre meus braços reclinando a poltrona. Ela aceitou e me disse que eu tinha sido um anjo da guarda para ela naquele dia. Comecei a acariciar os seus cabelos, depois o seu rosto, e desci muito lentamente pelo seu pescoço, sempre de forma que pudesse encostar o meu braço sobre os seus seios macios, sentindo a sua respiração descompassar. Em certo momento, coloquei minha mão sobre seus seios intencionalmente. Ela segurou a minha mão sem nada dizer, e eu também fiquei mudo, mas ela não tirou minha mão de onde estava, apenas segurava a minha. Ficamos por alguns minutos calados e inertes, até que ela apertou a minha mão que estava sobre os teus seios. Não resisti, me inclinei e beijei a sua boca com força, acariciando os seus seios com a ponta dos dedos sobre o biquinho que crescia rapidamente. Ela começou a acariciar a minha perna subindo vagarosamente e com muita timidez até finalmente encontrar o meu pau, sentindo toda a vibração do meu mastro que já estava para explodir. Eu estava realmente disposto e pronto para comê-la ali mesmo. Mas ela subitamente parou, se recompôs em seu assento, e disse que tínhamos ido longe demais. Ficamos sem assunto até o fim da viagem. Fiquei sem saber o que fazer, afinal, ela era minha professora, minha orientadora e ultimamente minha chefe.

Na outra tarde no escritório, passou o tempo todo muito fechada, respondendo minhas perguntas sempre com uma única sílaba. No final do expediente, me chamou em sua sala e me dispensou do estágio no escritório, dizendo que eu devia a procurar no intervalo da próxima aula na faculdade para resolver a questão do meu trabalho acadêmico.

Fui embora arrasado, e puto da vida. No outro dia, a procurei na faculdade no horário de intervalo. Ela disse que estava saindo e não poderia me atender ali, mas pediu que eu pegasse o meu carro e a seguisse. Não entendi nada, mas fui atrás. Ela dirigiu pela cidade até um shopping center e parou seu carro em um canto bem escondido do estacionamento, e eu, na vaga ao lado. Ela desceu, entrou no meu carro e, sem que eu pudesse dizer qualquer coisa, me beijou como uma louca, dizendo que não tinha conseguido pensar em outra coisa desde o dia que viajamos juntos no ônibus, e que me dispensou do escritório dela apenas para evitar problemas.

Fiquei louco de tanto tesão, reclinei a poltrona do meu carro, e, enquanto beijava sua boca e o seu pescoço, acariciando os seus seios com força, deitava-me sobre o seu corpo, fazendo com que ela sentisse o volume do meu pau sobre suas pernas torneadas e aveludadas. Ela tremia, gemia, com fala ofegante dizia que estava louca fazendo aquilo, que nunca havia traído seu marido, mas eu não a deixava falar muito. Matinha sua boca ocupada com meus beijos, ao mesmo tempo que levantava o seu vestido e subia com minhas mãos sobre suas pernas até massagear suavemente sua xotinha com os meus dedos. Neste momento o celular tocou. Era seu marido no telefone. Saí de cima para que ela pudesse atender o telefone e, enquanto ele queria saber sobre assuntos do escritório, caí de boca naquela xotinha rosada e molhada, sugando seu clitóris enquanto colocava meu dedo dentro daquela bucetinha linda. Ela se contorcia e apertava minha cabeça contra sua xaninha aumentando a pressão, ficando enlouquecida sem saber se gemia ou continuava falando com seu marido. Mal desligou o celular, gemeu alto e gozou na minha boca.

Nessa altura, meu pau já estava todo melado e pronto para explodir quando ela abriu o zíper da minha calça, pegou meu pau com um olhar de desejo que nunca tinha visto e começou a me punhetar e a lamber minhas bolas com tanta vontade que chegava a doer. Ela disse que estava louca e se sentindo uma safada, e achava que não iria resistir a experimentar o gosto da minha porra, apesar de, até então, nunca ter deixado seu marido gozar em sua boca. Deixei-a à vontade, dizendo que a avisaria quando estivesse prestes a gozar para que ela decidisse. Quando a alertei de que estava quase lá, ela engoliu ainda mais o meu pau, me fazendo explodir e jorrar muita porra em sua boca.

Eu estava enlouquecido por aquela mulher e a convidei para sairmos dali e irmos para o meu apartamento. Ela respondeu que não podia porque já estava na hora de ir para a sua casa e que estava trêmula e com muito medo. Nos beijamos e, antes que saísse do meu carro, ela disse que o fato de falar com seu marido no telefone enquanto era chupada por outro homem havia lhe proporcionado o maior orgasmo da vida. Nunca mais consegui prestar atenção na aula dela. Eu despia Luciana com meus olhos fixos em seu corpo, até o ponto de um dia ela reclamar discretamente comigo.

Alguns dias depois, ela me ligou dizendo que tinha que ir em uma audiência em São Paulo, e inclusive, já havia comprado as passagens para que fosse com ela. Fiquei alucinado, não via a hora de meter o pau naquela mulher, pois ainda só tínhamos feito sexo oral.

Fomos juntos no mesmo vôo, porém sem qualquer aproximação mais íntima, devido à possibilidade de haverem pessoas que a conhecesse no avião. Fui direto para o Apart Hotel que ela havia reservado, enquanto ela foi para sua reunião. Me senti um verdadeiro gigolô, mas estava entusiasmado com tudo aquilo.

Quando ela chegou, assim que entrou, fechei a porta e a agarrei contra a parede, beijando sua boca enquanto tirava de suas mãos a pasta e jogava no chão. Tirei sua roupa com força, quase rasgando, até que ela estivesse totalmente nua. Peguei Luciana no colo, a carreguei para quarto e joguei sobre a cama. Chupei seus pés, seu tornozelo, subindo com a minha língua deslizando suavemente sobre a parte interior de suas coxas maravilhosas, até abocanhar de vez aquela xotinha rosada maravilhosa. Ela se retorcia de tanto tesão, gemia alto, e dizia que era a minha vadia e que queria por pra fora o seu lado reprimido de safada. Tirei minha boca e penetrei o meu pau latejante bem devagar, e comecei a movimentar lentamente para dentro e para fora daquela xotinha maravilhosa, enquanto chupava seus seios, seu pescoço, sua boca, aumentando cada vez mais a força de meus movimentos de quadril até que se tornassem violentos, fazendo ela urrar de prazer, e continuei assim até ela gozar. Ela me pediu para gozar em sua boca novamente, porque queria engolir cada gota de seu novo macho. Não resisti e gozei jorrando muita porra em sua boca, enquanto ela me chupava e engolia tudo, deixando meu pau totalmente limpo.

Ficamos abraçados, conversando e nos beijando por alguns minutos, até que ela se levantou e pegou em sua bolsa um tubo de lubrificante e um pacote de camisinha. Quando vi aquilo fiquei eletrizado de tanto tesão, pois confesso que adoro um rabinho. Ela se aproximou novamente e começou a punhetar e chupar meu pau com muita suavidade, e disse que era para eu ter o mesmo carinho na hora de metê-lo em seu rabinho. Em seguida, colocou uma camisinha com muito carinho no meu pau lubrificando bastante e, para o meu êxtase completo, pegou o celular, posicionou-se de quatro para mim e disse para fodê-la com carinho e sem fazer barulho porque queria falar com seu marido no celular.

Ela pegou o telefone, e começou a falar com seu marido, dizendo que teve uma ótima reunião, e que naquele momento, estava nua sobre a cama e se masturbando, e por isso ligou para ele. Certamente ele deve ter falado alguma sacanagem, pois ela começou a gemer e o chamar de meu tesão, meu gostoso quando, na verdade, era eu quem estava passando a língua naquele cuzinho rosadinho e lindo. Aquela situação foi me deixando com um tesão maluco, e, depois de lubrificar bem seu rabinho com minha língua, comecei a penetrar lentamente, deixando seu ânus se acostumar com meu pau a cada centímetro conquistado, enquanto ouvia ela pedir para ele não desligar porque estava quase gozando. Ela falava com ele enquanto virava o rosto e me olhava com aquela cara de desejo e de safada, bem diferente da minha professora e orientadora. Eu bombava lentamente meu pau quando gritou no telefone dizendo para o seu marido que ia gozar, e eu aproveitei para empurrar todo o meu pau naquele rabo gostoso e gozar junto com ela e com muita força. Finalmente minha professora Luciana, toda recatada, reservada e profissional, era definitivamente a minha vadia na cama.

Hoje eu e minha ex-professora Luciana, agora minha colega de profissão, ainda nos encontramos com certa freqüência. Um dia destes nós transamos dentro do toilete do fórum. Mas essa história eu conto para vocês outro dia.

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Só ganhando na loteria pra comer gente fina

Nesta semana de ganhadores milionários na loteria, lembrei-me da vez que fui ganhador único.

Morava em cidade do interior, onde era jardineiro do doutor Paulo Ricardo; professor medíocre, mas diretor-presidente de seu próprio complexo-educacional, faculdades para todas as opções.

Numa quinta-feira saiu o grande prêmio. Sexta-feira na mansão do Dr. Paulo, esperei sua ida às Faculdades, levando de carona sua única filha.

Com coragem e resoluto, entrei na Casa Grande e me fiz anunciar. A empregada Emengarda foi notificar à patroa e esperei na sala.

Eis que a mulher chega: - "Pois não, Caneleira"!

"Madame, bom-dia, gostaria de falar-lhe particularmente."

"Pois não, fale, a Emengarda já se retirou, não têm mais ninguém."

Olhei (mostrando receios) para um lado, olhei para o outro e disse: - "Desculpe-me senhora, é assunto sério, gostaria que fosse no escritório".

Ela se mostrou incrédula, preocupada e (principalmente) curiosa. Conduziu-me ao escritório.

Sentou-se num sofá e eu sentei-me no da frente.

"Sra. Sheila", falei olhando para um lado, para o outro e para a porta e pedi-lhe que trancasse. A porta fechada, continuei:

"Sra. Sheila, houve um ganhador da loteria em nossa cidade. A cidade está em pavorosa. Quero falar para a senhora, que ninguém saiba. Este ganhador sou eu!"

A mulher ficou estática, me olhando e depois de uns segundos, disse: "Nossa, senhor Caneleira, é uma fortuna! O que o senhor pretende fazer?" - ela foi dizendo isso e saiu de onde estava sentada e veio para o meu lado. Chegou tão perto que deu para ver o buraquinho de sua orelha.

"Por enquanto não pretendo fazer nada. Gostaria de consultar primeiro a senhora, porque não tenho intimidade com o Dr. Paulo".

A mulher abriu um sorriso deste tamanho e jogou-se em cima de mim e vi aqueles peitões bem no meu nariz. Ela têm muito da aparência da Sheila Mello, muito gostosa a mulher. Há tempos que não tiro os olhos daquele monumento.

"Você está certo na sua escolha. O Paulo é muito atarefado. A pule, o jogo, está aí com você?"

"Não senhora, tive medo de perder. Deixei em casa, bem escondidinho. Se bem que preciso ir para São Paulo, na sede da Caixa e falar com o Gerente de Loterias. E é isso que vim fazer aqui também, pedir mil reais emprestado e segunda-feira eu pago. Quero ir de táxi e chegar antes do expediente fechar."

Da. Sheila, dando razão às más linguas das redondezas, mostrou-se doida por dinheiro e mulher de fazer qualquer coisa para tê-lo; chegou-se para meu lado, acariciando meus cabelos e sussurou aos meus ouvidos - "Caneleira, que tal você ir à São Paulo, mais relaxado, mais calmo e tranquilo? Nisto foi desbotoando meu macacão de jardineiro, que caiu no tapete do escritório e abocanhou minha rôla e trabalhou ali com uma perícia magistral. Deitou-se no tapete já sem roupa e eu pelado acompanhei-a e meti-lhe a rôla na xana. Fui enfiando a pica e beijando aquela boca. Penetrando/saindo/ficando/latejando/vai-e-vem/sussurrando e ejaculando, gozei e mordi aquelas orelhinhas e ela gritou, não de dor, de gozo.

Para finalizar, pedi-lhe que ficasse "quase de quatro" apoiando-se na mesinha do centro, com o rabo arrebitado. Vi aquele orifício maravilhoso, cuspi no cacete, encostei na portinha do fiofó e empurrei, enfiei, penetrei com tudo. Ela gritou com dor e foi empurrando a mesinha do centro pela sala toda e eu atrás, parecendo que estava levando carrinho-de-pedreiro. Ela não soltava a mesinha e eu não soltava sua cintura, com a rôla dentro do cú. E a mulher gritando "Tira,Tira, pelo amor de Deus, Tira,Tira!"

"Espera, Espera, deixa eu gozar, espera porra!"

A mulher soltou a mesinha e caiu no chão e eu cai por cima dela e gozei, esporrei naquela bunda toda.

Fui no lavabo do escritório, lavei-me, peguei os mil reais e como ela ainda estava deitada no tapete, agachei-me, beijei-lhe os cabelos e dei tchau. "Sheila, depois de amanhã estarei aqui, um beijão!" Ela nem respondeu, estava desfalecida.

No dia seguinte - sábado - estava no ônibus em direção à São Paulo e o jornal da cidadezinha indagava, em sua manchete: "Quem será o novo milionário?"

No domingo, em direção ao Rio de Janeiro, o jornal da TV interna do ônibus transmitia o aparecimento do novo milionário. Era um trabalhador da área rural da cidade.

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Sexo no estúdio de fotografia

Olá a todos! vou contar algo que aconteceu comigo e uma ex-namorada. Ela se chama Íris. ela tem 1.70, olhos verdes, cabelo ondulado castanho, peitos médios bem durinhos e empinados e bunda empinada também. Foi algo bem real. Nessa epoca estavamos namorando. Na altura eu tinha 19 e ele 18. (Apesar da idade já era bem desenvolvido e safado! Rsrsrs) Houve um dia que decidi visita-la na faculdade. Ela estava usando uma roupa bem sexy.Era uma roupa composta por saia um pouco acima do joelho, camisa, ( É bem sexy, quando bem usado!) tudo em preto, menos a camisa que é branca. Na epoca ela estava no primeiro ano do curso de jornalismo. Eu e o Iris estávamos no jardim atras da faculdade. Dos simples beijos de namorados passamos às carícias quando sem mais enfiei uma das mãos por baixo da saia dela até sua coxa. Apesar dela já estar um pouco excitada, me disse que ali não era um bom lugar porque estavam sempre a passar pessoas. -Então vamos para outro lugar! Quero estar contigo! – disse a ela. Então ela se lembrou que o seu curso lhe dava livre acesso ao Estúdio de Rádio da faculdade. Fomos até lá, mas para azar estava ocupado. Então ela se lembrou do Estúdio de Fotografia. Estava livre. Entramos e ela começou a beijar-me ardentemente. Com alguma dificuldade acendi a luz exterior de aviso de ocupado e a luz do estúdio se apagou automaticamente. O ambiente lá dentro ficou apenas com três pequenas lâmpadas vermelhas. Iris sentou-me em uma mesa de apoio, e começou a abrir os botões da blusa. Ela esqueceu o pudor e o medo de sermos apanhados e tirou minha camisa. Logo tirei os seus peitos para fora e os chupava com fdelicadamente. -Quero te comer aqui! mesmo– dizia no seu ouvido com voz de sacanagem. Ela não gostova que eu falasse assim com ela mas a partir daquele dia muita coisa mudou (rsrs). Ela já estava molhada e completamente excitada, queria mesmo que eu a fudesse gostoso. puxei ela para o chão, virei ela de costas e a inclinei para a frente, ficou com a bunda empinada para mim e senti- eu esfregando o meu pau no seu cu. Meu Deus que tesão!! Puxei sua saia para cima e comecei beijando sua bundinha lisinha e gostosa enquanto ela apertava seus mamilos. -Fode logo vai!... ela dizia– ela não aguentava mais esperar por meu cacete duro e gostoso que ela tanto queria, que apesar de jovem já media uns bons 20cm e era grosso o suficiente para te dar muito prazer. Nem respondi, e baixei sua calcinha e começei a lamber e chupar a sua bucetinha.Minha língua ali percorrendo sua xaniinha, para cima e para baixo, entrando e saindo… Gozou na minha cara quando comecei a chupar o seu clítoris. Acho que ela nunca tinha gozado tão cedo! Rsrsrsrs… Então pedi para me chupar Ela chupou. Primeiro a cabecinha avermelhada, depois engoliu aquele pau todo até onde conseguisse. Quase se engasgou mas não parava, chupou até as bolas -Adoro a tua boca!... Aaaaah que boca fantástica… Continua!... – continuou a chupa-lo até que a levantei e "joguei" ela emcima da mesa. Abri suas pernas e rocei a cabecinha do pau na entrada quente e já bem húmida da sua bucetinha. De repente soquei tudo com imensa força. Quase gritou de prazer , so naum gritou pq estavamos na faculdade. Estivemos assim um bom tempo até que ela pediu para eu fuder o seu cu. Aceitei na hora, coloquei ela de de quatro encostada à mesa. Nem esperei ela se ajeitar e enfiei meu cacete todo no seu buraquinho. Soquei com força e ela tentando controlar-se para não gemer alto!Comecei a bater no seu rabo, meu Deus como aquilo a excitava!... Parei o vaivém pois ouvimos um barulho. Ficamos tentando escutar algo, mas chegamos à conclusão que não era nada importante e continuei comendo akela delicia de safadinha. -É hoje que vai engolir o meu leitinho amor? -Sim!... – (ela tinha sempre recusado). Deixava eu ir na sua cara mas não deixava entrar na boca! Não sei porquê naquele dia ela liberou a boquinha. Tirei a pica de dentro do seu cu e puxei seus cabelos para aproximar sua cara do meu pau. Ela chupou até enfiar tudo bem dentro da sua boca e gozei gostoso tudinho nela- Vestimo-nos e saímos dali com a promessa de voltarmos a repetir! (Espero que tenham gostado).

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A massagem que acabou em gozo

Assim que me mudei para a França, há mais ou menos 7 anos atrás, indo direto do Brasil, fui morar com um casal de amigos que já moravam por lá algum tempo. Desde que cheguei, minha vida foi movida por uma tranqüilidade quase mórbida, porém, como não poderia deixar de ser, aos poucos fui me sentindo solitário e veio também a vontade estar com alguém na intimidade.

A cada dia que passava, eu ficava muito mais sensível, no tocante a sexo e libido a mil. Começa a criar fantasias em minha cabeça, mesmo por que eu gosto muito de sexo em sua plenitude, sem tabus.

A esposa do meu amigo que chamarei de Lílian (e meu amigo de Jamil), era uma linda moreninha no ápice de seus 18 anos e meio, ainda era uma menina, vamos dizer muito imatura em certos pontos, mas era também uma mulher muito atraente e cheia de encantos. Ela tinha um corpo maravilhoso, com seus cabelos longos e pretos. Fazia teatro, que na maioria das vezes envolvia dança e por isso ela estava sempre muito bem malhada e em boa forma física. Tinha coxas roliças e grossas, cintura fina e seios médios. O desenho de seu rosto era quase perfeito, mas o que ela quase não tinha, era malícia das coisas (pelo menos deixa transparecer isto), e por vezes à mesa de café da manhã, ela vinha somente de hobby e com uma calcinha minúscula por baixo, como a mesa era exatamente a divisória de uma “cozinha americana” e ficava de frente para um sofá, eu deliberadamente sempre me sentava nele, para desfrutar da bela visão matutina, pois ela se esquecia, ou fazia que de esquecida, que sua vestimenta se abria ao sentar, o que dava uma maravilhosa visão de seu corpo lindo e de suas calcinhas, que não cobriam quase nada. Por duas vezes, eu vi que ela não usava absolutamente nada por baixo e eu pude ver sua xaninha linda, o que me deixou mais tarado ainda.

O tempo foi passando, e eu comecei a desenvolver uma tara especial por ela, mas devido a minha amizade com eles, continha-me de todas as formas que podia, para não deixar sequer transparecer a minha vontade e meu tesão. Até que um dia, estávamos sentados à sala e ela me perguntou se eu sabia fazer massagem, eu respondi que sim, até mesmo por que eu já havia feito muito em minha esposa que, por sua vez, sempre achava maravilhoso. Então veio o inusitado pedido:

- Você poderia me fazer uma massagem dessas, pois estou toda tensa. - Este pedido foi feito diante de seu marido e de mais dois amigos belgas, que não entendiam nada de português, e que nos visitavam neste dia, porém já eram muito íntimos da casa. Era de se estranhar de ela não pedir ao marido, mas ele já havia dito que não sabia mesmo fazer isso. Então, como só eu sabia o que se passava em minha cabeça, falei que faria sim e ainda falei que se mais alguém quisesse, eu estaria ao dispor, pra não chamar a atenção para aquele fato, principalmente à do meu amigo. Pensei que aquele pedido seria para dali a alguns dias ou pelo menos para mais tarde, mas ela se levantou e se dirigiu ao quarto, e quando voltou, veio vestindo uma camiseta branca sem mangas e uma toalha cobrindo a parte de baixo.

- Vamos então?

Procurei não parecer assustado com aquilo e me levantei, perguntando onde seria a massagem, já que não havia ali, lugar adequado para tal. Ela sugeriu o meu quarto, pois tinha uma cama de solteiro que era relativamente alta, e daria pra substituir uma maca. O pessoal permaneceu na sala conversando animadamente sem qualquer constrangimento. Fomos ao meu quarto e quando ela tirou a toalha, cheguei a engolir a seco, pois não esperava aquela visão. Não que já não havia visto bem mais que aquilo, mas ela vestia um mini short e notava-se que não existia calcinha por baixo, além do mais, agora eu poderia tocar e olhar bem de pertinho.

Pedi que ela se deitasse, depois fui ao meu armário e busquei um óleo e um creme hidratante que eu mesmo usava. Pedi que ficasse de bruços e que procurasse relaxar. Coloquei uma música bem suave e comecei. Dei um longo trato nos pés dela. Fui subindo e fazendo realmente uma bela massagem por toda a extensão de suas pernas, tirando proveito daquela visão maravilhosa que era sua avolumada bunda. Quando cheguei bem à altura da bunda, ela deliberadamente tratou de enfiar o short no rego, e como ele já era bem pequeno, passou a não cobrir quase nada, formando uma espécie de asa delta, deixando mais visível ainda sua bela anatomia. Como ela assim o fez, foi o mesmo que me pedir uma atenção maior naquela região. Não me fiz de rogado, espalhei bastante óleo e mais um pouco de hidratante pelas mãos e comecei meu martírio. Alisei bastante cada nádega dela, com firmeza e com sensibilidade. Meu pau já estava quase para estourar minha bermuda. Como eu vivia sonhando em tocar e mesmo, comer aquela linda morena e deixei meus instintos me levar mais adiante. Enquanto massageava aquela beldade, deixei meus dedos escorregarem para o lado interno das nádegas, quase tocando seu cuzinho, mas não houve reação alguma de sua parte, então fui mais adiante, levei minha mão para o lado interno de suas coxas e cheguei a tocar em seu short na direção de sua xaninha, sem alguma reação ainda, só que quando eu voltei a passar meus dedos pelo rego de sua bunda, notei que ela arqueou o corpo um pouco e arrepiou-se. Acabei aquela parte e subi para os ombros e nuca. Nem eu e nem ela, creio eu, estávamos mais interessados que eu demorasse tanto tempo ali, por isso pedi que virasse de barriga para cima, nisso o seu marido entrou e perguntou se o profissional (em tom de deboche), era bom no negócio, sorrimos e ela afirmou que estava melhor do que ela esperava. Senti que realmente estava gostando do que estava acontecendo. Ele virou-se e saiu, então senti que não voltaria tão cedo e eu poderia dar atenção maior a minha “cliente”.

Ela deitou-se finalmente de frente para mim, e pude ver seu montinho de Venus, que era bem protuberante, parecendo o famoso, “capo de fusca”. Voltei aos pés e fui subindo, já imaginando o que viria a seguir, quando cheguei bem ao alto das coxas, ela entreabriu um pouco as pernas, e como eu queria um espaço maior para agir com as mãos, peguei uma das pernas e abri um pouco mais. Ela manteve-se com os olhos fechados. Passei várias vezes minhas mãos seguidamente perto de sua xaninha e não me agüentei e deixei que meus dedos tocassem em cheio o meu objeto de desejo, ela suspirou fundo e se contorceu em cima da cama. Coloquei mais óleo nas mãos, e passei a dar investidas maiores em direção à sua linda bucetinha, chegando a enfiar os dedos pela borda do shortinho, tocando escancaradamente a ponta dos dedos em sua rachinha que já estava ficando molhadinha.

Não dizíamos nenhuma palavra, somente o ato em si, dizia o que estávamos querendo. Ela levantou mais, as pernas e como o seu short era de algodão, cheguei-o para o lado, revelando uma coisinha linda e lisa, quase sem pêlo algum, perdi totalmente o medo e a noção do perigo e fui com minha boca de encontro àquela “boquinha”, e passei a dar lambidas vigorosas, fazendo ela se contorcer toda. Ela levou sua mão à frente e tocou meu pau por cima da bermuda, mas tratou de enfiar sua mão por dentro e pegar em cheio, meu pau que estava para estourar ainda preso, cheguei meu corpo à frente em sua direção, e não sei como, mas ela conseguiu libertar o meu pau e começou, meio sem espaço, a tentar fazer o mesmo que eu fazia com ela. Como não podíamos fazer muito barulho, fiquei com mais tesão ainda, devido o perigo que estávamos correndo. Ela deitou-se a beira da cama de lado, acotovelando a cabeça, de forma que ficava bem a altura de poder abocanhar meu pau. Pegou meu mastro, passou a chupar maravilhosamente, me levando quase ao gozo, pedi então que ela se levantasse e colocasse as pernas estendidas e apoiei seus pés em meus ombros e fui enfiando lentamente meu pau em sua xaninha, ela tapava a boca com uma das mãos para não gritar, e fui metendo cada vez mais rápido, até que senti que seu corpo, em várias convulsões, deixou-se cair na cama. Ela havia gozado linda e fartamente, mas eu ainda não. Pedi que se virasse, ela entendeu a mensagem e ficou de quatro, fui metendo novamente. Ela lançava seu corpo para traz num movimento ritmado que, devido à ânsia, fez sair meu pau, e como estava tudo muito molhadinho pelo seu gozo, quando voltei a fazer pressão, meu pau foi em direção errada e forçou seu lindo cuzinho, ela soltou um gemido e arrebitou o traseiro, senti que estava aberto o caminho e foi dada a carta branca. Posicionei melhor e fui empurrando em seu cuzinho e ela também fazia força para traz, e começamos um violento e silencioso ritmo, o que não demorou e gozei muito em sua bundinha, mas ela sentindo meu líquido quente em sua bunda, gozou mais uma vez, com a ajuda de meus dedos em seu grelinho, só então me apercebi do grande risco que estávamos correndo e tratei de sair rápido daquela posição, no que ela o fez também.

Nem preciso dizer que não foi necessário terminar a massagem, pois ela já havia relaxado mais do que esperava e eu por meu lado, me dei bem também. Passado talvez uns dois minutos, que havíamos acabado e ela já estava se preparando para retirar, seu marido entra mais uma vez e viu que havia terminado tudo bem para ambos, sem imaginar o que realmente havia acontecido. Não sei por que, ela evitava-me de todas as formas, talvez para não cair na tentação de mais uma seção de massagem, até que eu saí de sua casa e nunca mais a vi até hoje.

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40 anos, mãe de minha namorada

Olá amigos (as) do contos Sexxxxxy, já faz mais ou menos duas semanas que tenho entrado no site para conferir as fotos e contos que sempre são postados. Senti vontade de compartilhar também historias que aconteceram comigo, por isso estou mandando um relato que acabei de redigir. Todos os nomes no relato são fictícios, porém peço por gentileza que não forneçam meu e-mail e estejam a vontade para modificar o que quiserem...

O que contarei a vocês é uma historia que aconteceu e que quase ninguém sabe, para manter este sigilo e evitar qualquer problema, usarei nomes falsos.

Primeiro devo me apresentar, sou paulista, meu nome é Rafael e tenho 18 anos. Devo admitir que minha vida sexual começou bem mais cedo do que de costume, porém nunca tive nenhum desejo obsessivo por sexo. Sempre tive uma aparência e cabeça bem além daqueles de minha idade, algo que me favorecia com mulheres mais velhas, mas que quase sempre me afastava daquelas de minha idade, não que isso fosse um problema já que minha atração sempre foi mesmo direcionada a mulheres mais maduras.

A historia que tenho a relatar aconteceu a mais ou menos há uns dois anos e para facilitar vou me descrever fisicamente. Na ocasião, já tinha meus 1,86m de altura, corpo plenamente desenvolvido e aparência facial bem madura, branco ao tom italiano, barba escura, cheia e curta, cabelos castanho-claro lisos de médio comprimento, corpo peludo, modéstia a parte sou um homem bonito. Nesta época conheci Aline, jovem, mais nova do que eu e com corpo tão lindo quanto poderia ser, tom de pele mais branco do que o meu, cabelos longos, cintura fina, seios lindos de tamanho ideal, pernas grossas e uma bunda de dar inveja - grande e durinha. O desejo sexual por ela era constante, muitas vezes chegávamos a transar 4 ou 5 vezes seguidas, e por estudarmos juntos, transávamos em qualquer lugar desde que estivéssemos sozinhos, é claro.

Tudo parecia normal até o momento em que comecei a perceber de Renata, sua mãe, um desejo por mim, através de olhares apenas, mas pra alguém que já tinha vivido experiências com mulheres mais velhas antes, não era preciso uma só palavra pra entender que aqueles olhares eram tão sexuais quanto um ato em si. A mãe era bem diferente da filha, tanto fisicamente quanto psicologicamente, uma mulher bem estabelecida, casada, calma e discreta. Seu corpo era compatível ao de uma mulher madura de 40 anos que se cuida e gosta de sentir-se desejada, de baixa estatura com perfeita distribuição, seios grandes e firmes, cintura sem excessos, e uma bunda que nunca vi igual, tal por volume e perfeição, algo que não minto em dizer é que muitas vezes me “endureci” apenas por olhar.

Meu namoro já não ia às mil maravilhas quando tive certeza absoluta de que aquele desejo era de ambas as partes, foi então quando o jogo começou, uma sedução interessante, muda e discreta, mas altamente sexual, aquilo era algo completamente proibido, um desejo que foi aumentando cada vez mais assim como as brincadeiras que passaram de tapinhas a belas encoxadas, e nessa altura eu já não escondia mais minhas ereções, alias fazia questão de deixar bem à mostra e como dormir em sua casa era algo comum, de total liberdade, muitas vezes ficava apenas de bermuda e quando estávamos sozinhos, apenas de cueca. Ela por sua vez fazia questão de colocar as saias mais apertadas que pudesse vestir, certas vezes enquanto eu ficava sentado no sofá, ela por um ou outro motivo abaixava-se de costas para mim colocando-se de quatro, com a bunda bem empinada, mesmo quando na presença da filha e do marido, era algo fora do comum tamanho tesão que eu sentia.

O desejo já não podia mais ser contido quando numa noite, enquanto Aline estava na sala, Renata estava no banheiro cuidando de sua vaidade, lembro-me de ter ido ao banheiro unicamente para apreciar sua bela bunda, ela ao ver-me pelo reflexo do espelho apenas continuou, com a bunda levemente empinada, imóvel, neste momento o tesão foi inexplicável, abracei-a por trás apertando seus seios e sua bunda da forma mais gostosa que poderia, meu pênis já havia chegado ao seu auge quando ela começou a acaricia-lo por cima da calça, nesse momento explodi em desejo, de forma quase irracional abri minha calça e levantei sua saia para ver pela primeira vez sua deliciosa bunda, ela ao ver minha iniciativa mostrou-se resistente, talvez por medo de que Aline pudesse aparecer o que de fato poderia. Então, sem perder tempo, peguei sua mão e coloquei sobre ele, mais duro do que nunca e já molhado pelo tesão, nesse momento a surpresa foi minha quando ela abaixou-se e sem uma palavra se quer começou a chupa-lo loucamente de uma forma que nunca havia visto, quase profissional, uma mistura de masturbação e oral, inexplicável, foi naquele momento minha maior conquista sexual, não tardou e veio a gozada, forte como um rojão da qual ela fez questão de engolir totalmente. Logo após levantou-se e se arrumou rapidamente dizendo-me que deveria sair, obedeci, plenamente satisfeito, por hora rs...

Umas 2 horas depois todos já estavam deitados, aliás, quando digo todos quero dizer Aline, Renata, seu marido e eu, já que Aline era filha única. Admito que após satisfazer este desejo, logo veio outro. Seu marido saia todos os dias por volta das 4:00, de segunda a segunda e voltava por volta das 14:00, era de meu hábito levantar bem cedo e neste dia em especial tinha um motivo a mais para sair da cama às 6:00. Na noite anterior já havia percebido que um oral delicioso não iria realmente apagar meu fogo e assim, estava decidido a criar a oportunidade de satisfazer meu desejo de uma vez por todas, logo ao me levantar fui silenciosamente ao seu quarto, ela ainda dormindo não a acordei, apenas me despi e deitei ao seu lado, ela de costas para mim encontrava-se na posição que mais gosto e tive ainda uma surpresa deliciosa quando ao começar a acaricia-la percebi que se encontrava apenas de camisola, sem calcinha, um verdadeiro convite, apertava sua maravilhosa bunda com muito tesão quando ela sem virar-se acariciou minha nuca, percebi o susto que teve ao ver que se travava de mim, demonstrou certa resistência inicialmente mas falei com minhas mãos ao corpo dela que aquele momento deveria ser aproveitado, ao virar-se para cima logo me disse: - “Rápido, só hoje”. Sem demora deitei por cima dela e enfiei meu pênis duro e molhado em sua buceta, também já molhada pelo tesão, 10 minutos nesta posição e fomos para aquela que vinha imaginando havia muito tempo, colou-se de 4 para mim, empinando-se ao máximo, com os joelhos juntos a bunda formava uma lua cheia perfeita, logo enfiei novamente, mais 30 minutos que transei como um touro, tirei meu pênis a tempo de gozar sobre sua bunda.

Passado o tesão, veio um certo medo de que Aline pudesse ter acordado com o barulho, levantei e me vesti rapidamente voltando à cama e dormindo por mais algumas horas, sem qualquer suspeita. Obviamente essa não foi a única vez em que transei com Renata, muitas outras vezes tive o prazer que só ela sabia me dar. O namoro não deu mesmo certo, por outros motivos, e nunca mais vi Renata, mas as vezes me pego pensando naqueles momentos de puro tesão.

Essa é uma das experiências que tenho pra contar, espero que tenham gostado.

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Eu ainda menina dei o cu para o coroa

Tenho 19 anos, estou morando em Recife (PE), vou contar uma experiência com um homem coroa que tive há 2 anos atrás, na cidade onde eu morava no interior daqui. Sou meio timida e o que me incentivou a contar o que aconteceu comigo foi que eu gostei muito do que aconteceu. Eu tinha 17 anos, era virgem ainda, nunca tinha praticado sexo....

Lá perto na cidade onde eu morava havia uma família tradicional, composta de adultos e duas meninas, parecia ter boa grana, e só passava férias lá em época de São João, fora isso quase não ficava lá. Eu conhecia apenas o caseiro que era da cidade igualmente a mim, foi ele quem me indicou para eu ajudar a troco de uma graninha na casa da família quando os moradores estivessem presentes.

Certa época de festas juninas todos da casa foram para a festa que estava acontecendo no centro da cidade, que ficava há uns 2km da casa, isso era quase 7 horas da noite. Só quem não foi para a festa foi eu que ficaria na casa para cuidar das coisas e um senhor de aproximadamente 50 anos, que dizia estar com dores de cabeça, por isso deixou as meninas irem sozinhas. Mas logo percebi que de "senhor" aquele coroa não tinha nada... Ele me perguntou porque eu não iria para a festa, eu disse que teria que arrumar a casa, ele disse que "tudo bem" e me olhou dos pés à cabeça focando no meu short, que era um pouco apertado e deixava a minha perereca um pouco pressionada contra o tecido.

Com aquela olhada que ele me deu fiquei assustada e nervosa, ele vendo minha situação, disfarçou e foi para o quarto dele. Mas confesso que fique um pouco excitada também, pois quando fui ao banheiro consertar o short que estava expondo a minha perereca eu percebi que estava um pouco molhada, logo lembrei da olhada que aquele coroa me deu e um frio subiu a minha barriga, e alisei por alguns segundos o meu grelo.

Lavei alguns pratos que estavam na cozinha, varri um quarto e varri a sala, só faltava varrer um quarto que era onde ele estava dormindo, fiquei com medo de incomodá-lo, mas criei coragem e resolvi bater na porta e falei:

- Seu Henrique, posso varrer o seu quarto?

Ele demorou alguns segundos para responder e falou:

- Claro, pode entrar!

Assim que eu entrei percebi que seu Henrique estava com um grande volume no short, logo quando vi aquilo me assustei! Ele disse que não era pra eu me assustar, que não gostava de meninas novas e que era pra eu continuar varrendo o quarto que aquilo era normal. Continuei varrendo e o percebi olhando para a minha bunda... Aquilo foi assustador pra mim, mas ao mesmo tempo eu estava gostando.

Num tom sorridente ele me perguntou quantos anos eu tinha, eu timidamente falei que tinha 17, ele me perguntou se eu já tinha visto um homem excitado, eu disse que não e que não pretendia, pois eu era virgem. Pra minha surpresa e para o meu delírio ele pediu para eu olhar pra ele e em seguida abaixou o short. Nossa... Aquele pau latejando saiu do short parecendo que queria me engolir. Na hora fiquei olhando e com uma vontade enorme de pegar, mas estava com vergonha e com medo que alguém chegasse.

Passou-se alguns minutos de tensão, ele me pediu para pegar no pau dele. Eu segurei a respiração e peguei de cheio com as duas mão... Nunca tinha pegado num pau tão grosso daquele jeito, já tinha pegado em outro, mas menor e mais fino. Nas alturas do campeonato a minha xoxota estava encharcada, e eu comecei a bater punheta pra ele... Ele me dizendo "Está vendo que você gosta?”. E quanto mais ele falava aquilo me excitava e eu meti a boca com gosto naquele pau grosso. Quando ele sentiu a minha boca na cabeça do cacete dele, num ato involuntário ele forçou minha cabeça para engolir o pau dele, eu quase vomitei, e ele pediu desculpas e eu continuei a chupar.

Em seguida ele abaixou o meu short, eu fiquei de calcinha, logo percebeu através do pano da calcinha a minha buceta toda molhada! Eu disse a ele que eu era virgem, ele disse que tudo bem e que não iria tirar a minha virgindade. Em seguida ele passou o dedo na minha calcinha encharcada e com o dedo molhado abaixou a minha calcinha por trás e passou no meu cu. Logo percebi a intenção dele e não me preocupei muito, afinal eu já tinha dado o cu para dois rapazes na minha cidade, mas nunca tinha dado a buceta. Me preocupei só pelo fato de o pau dele ser muito grosso e poderia me machucar. O tesão era enorme que eu não me contive e nem me preocupei com o tamanho do pau de Seu Henrique.

Logo ele começou a chupar meus seios e a meter o dedo no meu cu com o melado da calcinha para prepará-lo para a metida do pau. Neste momento eu estava de frente para ele sentada no colo, ele estava sentado na cama.

Meu cu já estava bastante lubrificado com o molhado da minha calcinha (sim, ele nem tocou na minha buceta). Em seguida, ele começou a passar o pau que também estava encharcado no meu cu, aquilo estava muito gostoso, pedi pra ele meter logo, pois eu estava me derretendo de tesão. Ele atendeu meu pedido e tentou enfiar a primeira vez... Tentou enfiar a segunda e não entrou. Tava doendo muito, mas tava gostoso mesmo assim. Na quinta tentativa ele conseguiu... Assim que o pau entrou senti uma dor muito grande e junto com essa dor gozei urinando na calcinha e jorrando e urina na barriga dele, ele nem ligou e começou a meter com força, me chamando de putinha mijona. Eu tonta pedia pra ele meter mais devagar, ele não obedecia... E naqueles momentos eu já tinha dado duas gozadas no pau dele. Ele metia com força e eu pedia pra ele ir devagar.. Ele mandou eu ficar de quatro na cama, e começou a meter, quando ele tirava o pau do meu cu eu colocava os dedos e via que eu tava toda arrombada! Tava muito gostoso... Ele metia com gosto, sem tirar minha calcinha, aquilo me enchia de tesão.

Depois de alguns momentos o coroa me fudendo, percebi que ele tinha rasgado o meu cu, pois saía sangue. Quando vi aquilo, o meu cu saindo sangue, pedi pra ele meter mais e mais e mais! Mas ele ao ver a minha situação parou de meter forte e pediu o meu rosto para gozar na minha cara. Eu sem reclamar meti meus 4 dedos no meu cu melado de sangue e pedi pra ele lambuzar a minha cara de porra, ele gozou sem dó... Foram litros de esperma em minha cara... Fiquei com o rosto todo melado e com o cu arrombado, tinha melado a cama dele de sangue e ainda a minha calcinha que ficou com o fundo todo vermelho.

Logo ele me levou para o banheiro, e pediu para eu tomar banho e não contar nada para ninguém. Eu disse que tudo bem, que poderia ficar sossegado que só o meu cu saberia daquele dia. Depois fui pra casa com o cu ardendo, mas em compensação gozei muito. Foi ruim, mas foi bom! rsrsrs!

De lá pra cá nunca mais tive notícia do coroa arrombador de cu e comedor de meninas virgens. Procuro saber do caseiro que trabalha lá como anda aquela família e o caseiro diz que só aparecem de vez em quando. Tenho medo de ir lá novamente, pois hoje tenho namorado e fica difícil. Mas confesso que foi a minha maior experiência de anal até agora (e olha que de lá pra cá meu cu não pára quieto, pois em quase todas as transas eu dou o cu pro meu namorado).

Beijinhos a todos! Adorei o site! Espero que publiquem logo meu conto. E por favor, não publiquem meu e-mail.